Governo do Espírito Santo escuta atores para elaboração do PCTI-ES
A Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes) realizam, durante o mês de novembro, as oficinas para a escuta dos atores capixabas que participarão da elaboração do Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (PCTI-ES), visando a apoiar o desenvolvimento sustentável do Estado.
O trabalho será realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). A instituição é uma organização social vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O PCTI-ES está sob responsabilidade da equipe do Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação (OCTI), que está conduzindo os trabalhos.
As oficinas são parte do escopo do projeto e serão realizadas em cidades estratégicas do Espírito Santo para o setor, além da Grande Vitória. Por meio delas, será possível identificar os pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades para o Sistema Territorial de Inovação (STI); elencar desafios para o Sistema de CT&I e levantar subsídios para a construção das missões e eixos estratégicos que resultarão no PCTI-ES.
Construir o Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação é definir uma estratégia de longo prazo que coloca ciência, tecnologia e inovação como pilares do desenvolvimento tecnológico do Espírito Santo. Esse plano garante que as demandas da sociedade sejam ouvidas e integradas, criando ações coordenadas entre academia, setor público e privado. Com ele, queremos fortalecer nossa economia, estimular a geração de emprego e promover soluções que melhorem a qualidade de vida da população”, destacou o Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional, Bruno Lamas.
O Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação entra na fase de escuta das regiões capixabas. Sob a condução do CGEE, estaremos presentes em pelo menos cinco localidades de norte a sul do Estado para apresentar um diagnóstico da CT&I da região e também abrir espaço para os atores locais darem a sua contribuição na construção do plano capixaba”, afirmou o diretor-geral da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), Rodrigo Varejão.
Participarão destes encontros atores da academia, gestão pública, iniciativa privada, do setor empresarial e terceiro setor. Por meio da escuta e observações de diversas visões do STI atual do Estado, será possível desenvolver um plano participativo e integrado. O plano terá uma visão a longo prazo para planejamento de projetos, programa e ações na área de CT&I.
O Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Espírito Santo é uma demanda do Governo do Estado do Espírito Santo, em conjunto com o grupo Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI).
Serviço:
Oficina desafios de CT&I para o Espírito Santo Link para participação e cidades:
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